domingo, 20 de abril de 2014

Páscoa

As origens do termo  
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem. 
Entre as civilizações antigas  
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.  
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém 
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos  
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.


Feliz Páscoa!


Significado de Páscoa

O que é Páscoa:

Páscoa significa passagem. É a celebração mais importante da Igreja Cristã, onde se comemora a ressureição de Jesus Cristo.
A Páscoa está inserida na Semana Santa, onde na "Sexta Feira Santa" é celebrada a crucificação de Jesus, e no "Domingo de Páscoa" se celebra a Ressurreição e sua primeira aparição para os seus discípulos.
O "Domingo de Páscoa" acontece após a primeira lua cheia que ocorre no início da primavera, no hemisfério Norte. A Páscoa é uma festa móvel, varia o dia a cada ano, a data é sempre comemorada entre os dias 22 de março e 25 de abril. A Páscoa é comemorada em vários países. Os espanhóis chamam a data de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

Símbolos da Páscoa

Um dos símbolos da Páscoa é o coelho. O animal tornou-se símbolo porque, em tempos antigos, no hemisfério norte, a celebração era exatamente no fim do inverno e o início da primavera, quando os animais apareciam nos campos, com seus filhotes, era a época da fertilidade.
O ovo também é um símbolo da páscoa, pois representa o começo da vida. Vários povos costumavam presentear os amigos com ovos, desejando-lhes boa passagem para uma vida feliz..

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Jardim de Piranhas realiza Paixão de Cristo nesta sexta-feira

Mais de 80 atores e 20 produtores realizam nesta sexta-feira, 18, o auto da Paixão de Cristo de Jardim de Piranhas. O espetáculo que será apresentado às 19h no patamar da Igreja Matriz de Nossa Senhora dos Aflitos, vem sendo ensaiado desde fevereiro, com direção geral do teatrólogo Berg Bezerra e participação de Rogério Silva.

O evento realizado por meio da Coordenadoria da Cultura da Secretaria Municipal de Educação, conta com artistas da própria cidade como Diassis Silva (Jesus), Maria Terezinha (Maria mãe de Jesus), Lázaro Joelyton (Satanás) e Luciano Renato (Pilatos), entre outros.

A Paixão de Cristo de Jardim de Piranhas tem o apoio da Prefeitura Municipal, através do prefeito Elídio Queiroz, e contribuição do comércio, empresários, personalidades, imprensa e parte da sociedade jardinenses que está incentivando financeiramente a realização do espetáculo.
(Blog de Edna)

Pittsburg será a próxima franquia a desembarcar Caicó

Antiga Discot,  no bairro Penedo, deve ser a casa do Pittsburg
Antiga Discot, no bairro Penedo, deve ser a casa do Pittsburg em Caicó

A sanduicheria potiguar Pittsburg será a próxima franquia a se instalar em Caicó, mas só no segundo semestre deste ano. Depois de uma série de estudos de mercado, o local escolhido deve ser a antiga Discot, situada no bairro Penedo.
O Pittsburg iniciou suas atividades voltadas ao segmento Fast Food em 1984 na cidade de Natal/RN. O nome do estabelecimento foi inspirado numa famosa cidade norte-americana. A primeira marca, muito colorida como a maioria das marcas da época, apresentava como ícone dois coqueiros com um sol nascente em composição.
(Blog de Robson Pires)

Aposta mínima da Mega-Sena vai aumentar para R$ 2,50

mega_senaO preço da aposta mínima da Mega-Sena, que atualmente custa R$ 2 para seis números, vai aumentar para R$ 2,50 (alta de 25%) a partir de 11 de maio. Uma portaria publicada nesta quinta-feira (17) no Diário Oficial da União autoriza a Caixa Econômica Federal a reajustar o valor das apostas da Mega e também da Lotofácil e da Quina.
De acordo com a portaria, a aposta mínima da Lotofácil, com 15 números, passará de R$ 1,25 para R$ 1,50 (20%) a partir do dia 10 do próximo mês. E a aposta mínima da Quina, com cinco números, aumentará dos atuais R$ 0,75 para R$ 1 (33%) a partir de 11 de maio.

Chuvas não recuperam mananciais

A Tribuna do Norte destaca que o período chuvoso no semiárido nordestino deve acabar em meados de maio e, até lá, não terá sido suficiente para recuperar satisfatoriamente o nível dos reservatórios potiguares. Esta é uma previsão da Empresa de Pesquisas Agropecuárias do Rio Grande do Norte (Emparn) para os próximos meses. De acordo com o meteorologista do órgão, Gilmar Bristot, a agricultura tem se recuperado com as precipitações do início deste ano, que estão dentro da normalidade. Porém os gestores precisam se preparar para as dificuldades que serão causadas pelo baixo volume do líquido armazenado para o resto do ano.
“Ainda temos um mês de chuva pela frente. A regularidade delas aqui depende dos oceanos, que estão favoráveis. Mesmo assim está chovendo pouco. Dizer se vai ter recarga desses açudes é difícil e as autoridades precisam estar preparadas para enfrentar o resto do ano”, coloca. Para Bristot, seriam necessárias chuvas mais constantes e fortes para que o nível das barragens subisse. Nestes próximos dias, a previsão é de chuva, segundo a Emparn. Elas podem ser fortalecidas dependendo do comportamento de uma frente fria que está sobre o Estado de Minas Gerais, no Sudeste. (Robson Pires)
chuvas TN

Quinta-Feira Santa, O Prefeito Elídio Queiroz de Jardim de Piranhas distribui cinco mil quilos de peixes para a população carente

O Prefeito Elídio Queiroz e a Secretaria Municipal de Trabalho, Habitação e Assistência Social (SETHAS) de Jardim de Piranhas, distribui nesta quinta-feira santa, cinco mil quilos de peixes para a população de baixa renda. (Fonte: blog de Edna)

Sexta-Feira da Paixão: Ponha-se diante da cruz

sexta santa
Nós estamos tocando na realidade fundamental do Cristianismo. O Senhor teria muitos meios para nos salvar, mas Ele quis fazê-lo por meio da cruz. Naquele tempo, os gregos buscavam a sabedoria, pois para eles essa virtude resolveria tudo; já os judeus buscavam a lei. Deus, ao contrário, não quis salvar o mundo pela sabedoria nem pela lei, mas pela “loucura” (aos olhos do mundo) da cruz.
“Em verdade, ele tomou sobre si as minhas enfermidades, e carregou os meus sofrimentos: e eu o reputava como um castigado, ferido por Deus e humilhado”. Dessa forma, temos, aqui, a verdade fundamental do Cristianismo: Jesus assumiu todos os nossos pecados e os pregou na cruz. Ele pagou as nossas dívidas [pecados]! Jesus Cristo pagou nossa dívida com Seu Sangue na cruz, como alguém que assume a dívida dos outros.
“Foi levado como cordeiro e morto como ovelha; libertou-nos das seduções do mundo, como outrora tirou os israelitas do Egito; salvou-nos da escravidão do demônio, como outrora fez sair Israel das mãos do faraó; marcou nossas almas como sinal do Seu Espírito e os nossos corpos com Seu Sangue” (trecho da homilia sobre a Páscoa, de Melitão de Sardes, bispo).
Por monsenhor Jonas Abib – Fundador da Comunidade Canção Nova

Sexta-feira Santa



A tarde de Sexta-feira Santa apresenta o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus segundo o Evangelho de João comtemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado.

São João, teólogo e cronista da paixão nos leva a comtemplar o mistério da cruz de Cristo como uma solene liturgia. Tudo é digno, solene, simbólico em sua narração: cada palavra, cada gesto. A densidade de seu Evangelho agora se faz mais eloqüente. E os títulos de Jesus compõem uma formosa Cristologia. Jesus é Rei. O diz o título da cruz, e o patíbulo é o trono onde ele reina. É a uma só vez, sacerdote e templo, com a túnica sem costura com que os soldados tiram a sorte. É novo Adão junto à Mãe, nova Eva, Filho de Maria e Esposo da Igreja. É o sedento de Deus, o executor do testamento da Escritura. O Doador do Espírito. É o Cordeiro imaculado e imolado, o que não lhe romperam os ossos. É o Exaltado na cruz que tudo o atrai a si, quando os homens voltam a ele o olhar.

A Mãe estava ali, junto à Cruz. Não chegou de repente no Gólgota, desde que o discípulo amado a recordou em Caná, sem ter seguido passo a passo, com seu coração de Mãe no caminho de Jesus. E agora está ali como mãe e discípula que seguiu em tudo a sorte de seu Filho, sinal de contradição como Ele, totalmente ao seu lado. Mas solene e majestosa como uma Mãe, a mãe de todos, a nova Eva, a mãe dos filhos dispersos que ela reúne junto à cruz de seu Filho.

Maternidade do coração, que infla com a espada de dor que a fecunda.

A palavra de seu Filho que prolonga sua maternidade até os confins infinitos de todos os homens. Mãe dos discípulos, dos irmãos de seu Filho. A maternidade de Maria tem o mesmo alcance da redenção de Jesus. Maria comtempla e vive o mistério com a majestade de uma Esposa, ainda que com a imensa dor de uma Mãe. São João a glorifica com a lembrança dessa maternidade. Último testamento de Jesus. Última dádiva. Segurança de uma presença materna em nossa vida, na de todos. Porque Maria é fiel à palavra: Eis aí o teu filho.

O soldado que traspassou o lado de Cristo no lado do coração, não se deu conta que cumpria uma profecia realizava um últmo, estupendo gesto litúrgico. Do coração de Cristo brota sangue e água. O sangue da redenção, a água da salvação. O sangue é sinal daquele maior amor, a vida entregue por nós, a água é sinal do Espírito, a própria vida de Jesus que agora, como em uma nova criação derrama sobre nós.

A Celebração
Hoje não se celebra a missa em todo o mundo. O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos. Recordamos a morte de Jesus. Os ministros se prostram no chão frente ao altar no começo da cerimônia. São a imagem da humanidade rebaixada e oprimida, e ao mesmo tempo penitente que implora perdão por seus pecados.

Vão vestidos de vermelho, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testeunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deram e continuam dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.

Ação litúrgica na Morte do Senhor
1. A ENTRADA
A impressionante celebração litúrgica da Sexta-feira começa com um rito de entrada diferente de outros dias: os ministros entram em silëncio, sem canto, vestidos de cor vermelha, a cor do sangue, do martírio, se prostram no chão, enquanto a comunidade se ajoelha, e depois de um espaço de silêncio, reza a oração do dia.

2. Celebração da Palavra
Primeira Leitura
Espetacular realismo nesta profecia feita 800 anos antes de Cristo, chamada por muitos o 5º Evangelho. Que nos introduz a alma sofredora de Cristo, durante toda sua vida e agora na hora real de sua morte. Disponhamo-nos a vivê-la com Ele.

Leitura do Profeta Isaías 52, 13 ; 53

Eis que meu Servo há de prosperar, ele se elevará, será exaltado, será posto nas alturas.
Exatamente como multidões ficaram pasmadas à vista dele - tão desfigurado estava seu aspecto e a sua forma não parecia a de um homem - assim agora nações numerosas ficarão estupefactas a seu respeito,reis permanecerão silenciosos, ao verem coisas que não lhes haviam sido contadas e ao tomarem consciência de coisas que não tinham ouvido.

Quem creu naquilo que ouvimos, e a quem se revelou o braço do Senhor? Ele cresceu diante dele como um renovo, como raiz que brota de uma terra seca; não tinha beleza nem esplendor que pudesse atrair o nosso olhar, nem formosura capaz de nos deleitar.

Era desprezado e abandonado pelos homens, um homem sujeito à dor, familiarizado com a enfermidade, como uma pessoa de quem todos escondem o rosto; desprezado, não fazíamos nenhum caso dele.
E no entanto, era as nossas enfermidades que ele levava sobre si, as nossas dores que ele carregava.
Mas nós o tinhamos como vítima do castigo, ferido por Deus e humilhado.

Mas ele foi trespassado por causa de nossas transgressões, esmagado em virtude de nossas iniqüidades.

O castigo que havia de trazer-nos a paz, caiu sobre ele, sim, por suas feridas fomos curados.

Todos nós como ovelhas, andávamos errantes, seguindo cada um o seu próprio caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.

Foi maltratado, mas livremente humilhou-se e não abriu a boca, como cordeiro conduzido ao matadouro; como uma ovelha que permanece muda na presença de seus tosquiadores ele não abriu a boca.

Após a detenção e julgamento, foi preso. Dentre os seus contemporâneos, quem se preocupou com o fato de ter ele sido cortado da terra dos vivos, de ter sido ferido pela transgressão do seu povo?

Deram sepultura com os ímpios, o seu túmulo está com os ricos, se bem que não tivesse praticado violência nem tivesse havido engano em sua boca.

Mas o Senhor quis feri-lo, submetê-lo à enfermidade. Mas, se ele oferece a sua vida como sacrifício pelo pecado, certamente verá uma descendência, prolongará os seus dias, e por meio dele o desígnio de Deus há de triunfar.
Após o trabalho fatigante de sua alma ele verá a luz e se fartará. Pelo seu conhecimento, o justo, meu Servo, justificará a muitos e levará sbre si as suas transgressões.
Eis porque lhe darei um quinhão entre as multidões; com os fortes repartirá os despojos, visto que entregou sua alma à morte e foi contado com os transgressores, mas na verdade levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores fez intercessão.

Palavra do Senhor

Salmo responsorial

Neste Salmo, recitado por Jesus na cruz, entrecruzam-se a confiança, a dor, a solidão e a súplica: com o Homem das dores, façamos nossa oração.

Sl 30, 2 e 6. 12-13. 15-16. 17 e 25.
Senhor, em tuas mãos eu entrego meu espírito.

Senhor, eu me abrigo em ti: que eu nunca fique envergonhado; Salva-me por sua justiça. Leberta-me . em tuas mãos eu entrego meu espírito, é tu quem me resgatas, Senhor.

Pelos opressores todos que tenho já me tornei um escândalo; para meus vizinhos, um asco, e terror para meus amigos. Os que me vêem na rua fogem para longe de mim; fui esquecido, como um morto aos corações, estou como um objeto perdido.

Quanto a mim, Senhor, confio em ti, e digo: " tú és o meu Deus!". Meus tempos etão em tua mão: liberta-me da mão dos meus inimigos e perseguidores. Faze brilhar tua face sobre o teu servo, salva-me por teu amor. Sede firmes, fortalecei vosso coração, vós todos que esperais no Senhor.

Segunda leitura
O Sacerdote é o que une Deus ao homem e os homens a Deus… Por isso Cristo é o perfeito Sacerdote: Deus e Homem. O Único e Sumo e Eterno Sacerdote. Do qual o Sacerdócio: o Papa, os Bispos, os sacerdotes e dos Diáconos unidos a Ele, são ministros, servidores, ajudantes…

Leitura da Carta aos Hebreus 4,14-16; 5,7-9.

Temos, portanto, um sumo sacerdote eminente, que atravessou os céus: Jesus, o Filho de Deus. Permaneçamos, por isso, firmes na profissão de fé. Com efeito, não temos um sumo sacerdote incapaz de se compadecer das nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo como nós, com exceção do pecado. Aproximemo-nos, então, com segurança do trono da graça para conseguirmos misericórdia e alcançarmos graça, como ajuda oportuna.

É ele que, nos dias de sua vida terrestre, apresentou pedidos e súplicas, com veemente clamor e lágrimas, àquele que o podia salvar da morte; e foi atendido por causa da sua submissão. Embora fosse Filho, aprendeu, contudo, a obediência pelo sofrimento; e, levado à perfeição, se tornou para todos os que lhe obedeceram princípio da salvação eterna.

Palavra do Senhor.

Versículo antes o Evangelho (Fl 2, 8-9)

Cristo, por nós, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso Deus o sobreexaltou grandemente e o agraciou com o Nome que é acima de todo nome.

Como sempre, a celebração da Palavra, depois da homilia conclui-se com uma ORAÇÃO UNIVERSAL, que hoje tem mais sentido do que nunca: precisamente porque comtemplamos a Cristo entregue na cruz como Redentor da humanidade, pedimos a Deus a salvação de todos, crentes e não crentes.

3. Adoração da Cruz
Depois das palavras passamos a um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da Santa Cruz é apresentada solenemente a Cruz à comunidade, cantando três vezes a aclamação:

"Eis o lenho da Cruz, onde esteve pregada a salvação do mundo. Ó VINDE ADOREMOS", e todos ajoelhados uns instantes de cada vez, e então vamos, em procissão, venerar a Cruz pessoalmente, com um genuflexão (ou inclinação profunda) e um beijo (ou tocando-a com a mão e fazendo o sinal da cruz ); enquanto cantamos os louvores ao Cristo na Cruz :

4. A comunhão
Desde de 1955, quando Pio XII decidiu, na reforma que fez na Semana Santa, não somente o sacerdote - como até então - mas também os fiéis podem comungar com o Corpo de Cristo.

Ainda que hoje não haja propriamente Eucaristia, mas comungando do Pão consagrado na celebração de ontem, Quinta-feira Santa, expressamos nossa participação na morte salvadora de Cristo, recebendo seu "Corpo entregue por nós".

O Que é a Sexta-feira Santa?

Sexta-feira Santa é a sexta-feira logo antes do domingo de Páscoa. É comemorada tradicionalmente como o dia em que Jesus foi crucificado. Se você está interessado em um estudo do assunto, consulte o nosso artigo que discute as diferentes posições sobre o dia em que Jesus foi crucificado. Supondo que Jesus foi crucificado e morreu em uma sexta-feira, devem os cristãos lembrar-se da morte de Jesus através da celebração da Sexta-Feira Santa?
A Bíblia não instrui os Cristãos a honrar um determinado dia em memória da morte de Cristo. No entanto, a Bíblia nos dá liberdade a fazer decisões sobre esses assuntos. Romanos 14:5 nos diz: “Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente.” Ao invés de lembrar-nos da morte de Cristo em um determinado dia, uma vez por ano, a Bíblia nos ensina a celebrar a morte de Cristo através da Ceia do Senhor. I Coríntios 11:24-26 declara: “… fazei isto em memória de mim … Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.”
Por que a Sexta-Feira Santa é conhecida como “da Paixão”? O que as autoridades judaicas e romanas fizeram com Jesus definitivamente não foi algo bom (veja Mateus capítulos 26-27). No entanto, os resultados da morte de Cristo são muito bons e demonstram a grande Paixão de Deus por nós! Romanos 5:8 diz: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” I Pedro 3:18 nos diz: “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito.”
Algumas igrejas Cristãs celebram a Sexta-Feira Santa com alguns eventos especiais, enquanto outras fazem seus cultos mais simples do que o normal através de hinos solenes, orações de agradecimento, mensagens que têm como tema o sofrimento de Cristo por nossa causa e através da observância da Ceia do Senhor. Quer ou não os cristãos escolham “celebrar” a Sexta-Feira Santa, os acontecimentos daquele dia devem estar sempre em nossas mentes porque a morte de Cristo na cruz é o acontecimento fundamental da fé Cristã.

Sexta-feira Santa - - O mistério da cruz


Por: Dom Eduardo Koaik
Bispo Emérito de Piracicaba

 
O coração tem razões que a razão não compreende": expressão da sabedoria popular que se usa para definir atitudes humanas indefiníveis. A mesma expressão deve valer, e com maior razão, para aceitarmos as "loucuras de amor" do coração de Deus no mistério da cruz. Por isso mesmo que é mistério: a inteligência entende menos a cruz que o coração. São "pensamentos do coração".

A cruz simboliza as duas direções que se cruzam do mandamento do amor: o amor a Deus na direção vertical e o amor ao próximo na direção horizontal. Pela primeira Carta do Apóstolo João (Uo 4,10), sabemos que antes de mandar amar, Deus nos amou primeiro. Em sua encíclica "Deus é Amor", o papa Bento 16 observa: "Agora o amor já não é apenas um mandamento, mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro" (n° 10). Antes de mandar amá-lo e amar o próximo, Ele ama.

A cruz é o sinal que marca, envolve e acompanha a vida do cristão. Ela é sempre a forte lembrança da maior prova do amor de Deus pela humanidade: a entrega do Seu Filho único pela vida do mundo. A Eucaristia é mais do que simples lembrança do ato de amor. É a Sua presença duradoura, fonte e ápice da vida cristã, conforme a define o Concílio Vaticano 2°. A cruz só fala do amor. Olhá-la e não ver o que ela significa de amor é não ver sentido nela. Como os judeus, que só vêem nela motivo de escândalo; como os pagãos, que só vêem loucura, conforme testemunha São Paulo na primeira Carta aos Coríntios: "Pois o que é dito loucura de Deus é mais sábio do que os homens e o que é dito fraqueza de Deus é mais forte do que os homens" (ICor l, 25).

Olhar a cruz e não ver que foi nela que Jesus Cristo, o amor encarnado de Deus, deu sua vida por nós é não ver o que viu o oficial romano que estava bem na frente da cruz na hora em que Jesus expirou: "De fato esse homem era mesmo o Filho de Deus" (Mc 15, 39).

Olhar a cruz e não ver que nela se travou o verdadeiro duelo entre vida e morte com a vitória da vida é estar desamparado na fé segundo declaração do apóstolo Paulo: "Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa fé". Eis a mais bela lição da cruz na qual Jesus Cristo ofereceu por nós sua vida: a morte por amor não é negação da vida. É passagem, é Páscoa.

É assim também toda morte unida à dele: caminho para a ressurreição.

Cito mais uma vez Bento 16 na encíclica "Deus é Amor": "Eis como Jesus descreve seu caminho pessoal que o conduz através da cruz à ressurreição: o caminho do grão de trigo que morre e dá muito fruto. Partindo do centro do seu sacrifício pessoal e do amor que aí alcança a sua plenitude, Ele, com tais palavras, descreve a essência do amor e da existência humana em geral" (n° 8).

Escondido pelo manto da noite para não ser reconhecido pêlos companheiros do Sinédrio e, ao mesmo tempo, atraído pela luz que desfaz as trevas, Nicodemos vai ao encontro de Jesus porque sente que Deus está com Ele mas ainda não vê Deus nele. E Jesus revela-lhe: "É necessário que o Filho do homem seja levantado para que todos que nele crerem tenham a vida eterna" (Jo 3,14).

Levantado na cruz ele esteve para que todos vejam nele o quanto Deus amou o mundo entregando por ele o seu Filho unigênito; levantado na cruz Ele implorou perdão ao Pai pêlos seus algozes que não "sabem o que fazem", jeito próprio da misericórdia divina de perdoar; levantado na cruz Ele deu cumprimento ao oráculo do Senhor Javé para o profeta Ezequiel: "Deus não quer a morte do pecado, e sim que ele se converta e viva" (Ez 18,23-32).

Na Sexta-feira Santa, a liturgia da Igreja celebra o mistério da cruz fazendo-nos sentir o significado e o alcance dos sofrimentos de Jesus como Sumo Sacerdote da nova aliança: "Embora sendo Filho de Deus, aprendeu a ser obediente através de seus sofrimentos. E tornou-se a fonte de salvação eterna para todos que lhe obedecem" (Heb.5, 8-9).

A sua experiência de "servo sofredor" era inseparável da sua experiência íntima com Deus.

O momento comovente dessa celebração é a "adoração da cruz", exposta de modo encenado e com a participação dos fiéis. E; a cada vez que a cruz vai sendo desvelada, canta-se: "Eis o lenho da cruz do qual pendeu a salvação do mundo. Vinde adoremos!".

A cruz não é um lenho que significa morte, mas vida. Hoje celebramos a morte do Senhor na cruz; hoje contemplamos sua cabeça coroa da de espinhos, suas chagas expostas e o lado do seu coração rasgado pela lança; hoje beijamos seu Corpo pendente na cruz; hoje consolamos sua Mãe dolorosa que nos foi dada por Ele mesmo como nossa mãe.

A Igreja também canta nesse dia: "Salve, ó cruz, nossa esperança!" Porque, no primeiro dia da semana, manhã da Páscoa da nova aliança, como Ele mesmo havia predito, "o Filho do homem sofrerá muito, será entregue à morte, mas ao terceiro dia ressurgirá" (Mt 16, 21).

Ele "retomará a vida que livremente ofereceu ao Pai" para caminhar vitorioso no meio de nós: "Eu estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo" (Mt28,20).

Se me perguntarem: por que Jesus Cristo quis morrer na cruz? Responderei simplesmente: o coração de Deus tem razões que a inteligência humana não compreende.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Walter Alves reivindica melhorias na segurança para Jardim de Piranhas

Fonte: Robson Pires Walter Jardim de P
Preocupado com os crescentes índices de violência e criminalidade em Jardim de Piranhas, o deputado estadual Walter Alves (PMDB) protocolou, na sessão ordinária desta quinta-feira (13), um requerimento reivindicando melhorias para o município.
O peemedebista ressaltou que o município, com aproximadamente 15 mil habitantes, vive um dos piores momentos no tocante à segurança pública. O deputado ainda lembrou que a 5ª Companhia Independente de Polícia Militar, com base em Jardim de Piranhas, tem a área de atuação compreendendo os municípios de São Fernando, Timbaúba dos Batista, Serra Negra do Norte, Ipueira e São João do Sabugi.
“Não é de hoje que a população deste município e da região clama por segurança. Dentre outros fatores, é devido ao ínfimo efetivo policial do município que a criminalidade chegou a patamares insustentáveis, com altos índices de violência”, pontuou.

Chuvas mudam paisagem do Rio Piranhas no Seridó

Do dia 10 de fevereiro deste ano para cá o Rio Piranhas mudou completamente sua realidade. Com boas chuvas caídas na Paraíba, o nível do rio só tem aumentado, tranquilizando moradores de cidades como Jardim de Piranhas, São Fernando e Caicó, que são abastecidas pela adutora Manoel Torres.
O blogue do Marcos Dantas esteve no dia 10 do mês passado, e registrou a preocupação dos moradores, com o rio literalmente seco. Hoje, a fotografia do blogueiros Alex Maia é bem mais animadora.
No dia 10 de fevereiro - Foto: Marcos Dantas
No dia 10 de fevereiro – Foto: Marcos Dantas
Dia 13 de março, um mês depois - Foto: Alex Maia
Dia 13 de março, um mês depois – Foto: Alex Maia
 Do blogue de Marcos Dantas

Chuvas de até 123 mm foram registradas no Seridó

Fonte: Robson Pires
chuva serra negra
foto: Maria Betânia Araújo
As chuvas duradouras desta quinta-feira (12) chegaram a 118 milímetros em Serra Negra do Norte. Naquele município a força das águas chegou a derrubar árvores na praça.
123 mm: Serra Negra do Norte 85 mm: Sitio Pau Ferro (Jardim do Seridó) 80 mm: Sítio Entre Serras (Serra Negra do Norte) 78 mm: São Bento/PB 70 mm: Malhada Areia (Jardim do Seridó), sítio Estreito (Jucurutu), sítio Barro Branco (Jucurutu) 65 mm: Sítio Patacoroa (Florânia) 63 mm: Chácara Guedes 62 mm: São José do Seridó 60 mm: Jucurutu (zona urbana) e fazenda Milagres 59 mm: Sítio Riacho do Olho D’Água 58 mm: Carnaúba dos Dantas (zona urbana), sítio Três Irmãos (Ouro Branco), São José do Seridó (zona urbana) e sítio Baeta (Jardim do Seridó) 56 mm: Sítio Alto Escuro 55 mm: Barragem Passagem das Traíras (Jardim do Seridó) e sítio Cabaceira (Jardim do Seridó) 48 mm: Barra do Cãibra (Serra Negra do Norte) 42 mm: Sítio Veneza (São Fernando) 41 mm:: Sítio Garcia (São Fernando) e ´sítio Santa CRuz 42 mm: Sítio Ramada 40 mm: Sítio Sombrio (Jardim do Seridó), Pedra Branca (Jucurutu), sítio Jerusalém (São João do Sabugi), sítio Cachos (São João do Sabugi) e sítio Tuiuiú (Santana do Seridó) 38 mm: Sítio Jucuri (Florânia) 35 mm: Cacimba Velha (Jardim do Seridó), sítio Angcio, Riacho de Santana e Jardim do Seridó (zona urbana) 34 mm: Sítio Buriti (Jardim do Seridó) 33 mm: Timbaúba dos Batistas (zona urbana) 31 mm: Logradouro dos Enéas 28 mm: Ipueira (zona urbana) e sítio Boa Vista (Ipueira) 26 mm: Sítio Colorau e Fazenda Nova Iorque 25 mm: Catururé (Jardim do Seridó), sítio Cachoeira (Florânia), Espírito Santo (Jardim do Seridó) 22 mm: Sítio Brejinho (São João do Sabugi), sítio Jurema e sítio Carrapateira 20 mm: Barra da Maniçoba, sítio Pau D’Arc e sítio Riacho do Salgado 19 mm: Povoado Currais Novos (Jardim do Seridó) 17 mm: Sítio Saquinho (Caicó) e Brasilgás (Caicó) 15 mm: Sítio Alecrim (Serra Negra do Norte) e sítio Umarí 13,5 mm: Barra Nova (Caicó)